Estamos entre os anos oitenta e noventa. A Curva Sul vive momentos de gloria com várias conquistas, sendo uma delas o título de 1983 depois de mais de quarenta anos de espera. As tensões se amplificam após a trágica final a Copa dos Campeões da Europa perdida nos penaltis para o Liverpool.

Situações de desconforto diante de celebridades como Paulo Roberto Falcão, que se recusara a cobrar o pênalti naquele jogo e do capitão Agostino Di Bartolomei que não se perdoa jamais por ter deixado escapar um titulo de tamanha importância para o clube dentro da sua própria casa são pontos chaves para enfraquecer e mais tarde dividir de uma vez por todas a Curva com a vinda do laziale Manfredonia.

Mas também é uma das época mais vibrantes da torcida romanista. Muitos coros e cantos são compostos com riqueza lírica conjunta nascendo destes momentos de glória em que a Roma propiciara um futebol aveludado e de muita raça. Uma delas, citando até mesmo o nosso “Maracanã” traduz claramente isto.

Quando saremo nella curva Sud,

come una bomba il tifo esploderà,

la Roma è qua,

la Roma è là,

la Roma è forte e vincerà...

Maracanà, Maracanà,

semo venuti fino a qua

e canterem, e canterem

forza la Roma alè alè

Quando estivermos na curva sul,

como uma bomba a torcida explodirá,

a Roma está aqui,

a Roma está ali,

a Roma é forte e vencerà...

Maracaná, Maracaná,

estamos todos viemos até aqui

e canteremos, e canteremos

força a Roma alè alè


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