Como se esperava...

Um final previsível. Tanto no placar como na forma que squadra de Di Francesco jogou. Após dois gols do nosso bomber e depois de dois presentes da fraquíssima zaga do Benevento, a nossa mágica conseguiu quebrar o recorde de vitórias fora de casa. Parece um cenário bastante otimista, mas todos nós conhecemos esse roteiro. Mesmo com 21 gols nos últimos 21 jogos, Dzeko ainda não esbanja confiança. Apesar dos números favoráveis, o bósnio precisa ser decisivo em partidas mais importantes. O time, no geral, também também segue sem convencer a torcida com atuações bem medianas. Nós romanistas precisamos de muito mais do que isso para começarmos a sonhar.

Síntese: Il Messaggero

A Roma passeia: humilha o Benevento 4 a 0. Duplo Dzeko presenteia o poker, gols contra de Lucioni e Venuti

BENEVENTO - A Roma não para e vence inclusive a segunda partida consecutiva no campeonato (nona na sequencia fora de casa para o novo recorde). A viagem para Campania se confirma, entretanto, fácil: 4 a 0 contra o Benevento último da tabela, com biz de Dzeko e gols contra de Lucioni e Venuti. Não existe história em campo como prognóstico. Mas a prestação dos giallorossi não é subestimada. Porque é a síntese do comportamento sério do grupo que, além de alguns bordados inúteis, procurou o resultado sem esnobar o adversário que domingo passado fora humilhado pelo Napoli no San Paolo. A concretização e a aplicação entram na questão bem como os gols: quarta partida em cinco na temporada sem tomar gol. Contente Alisson, mas ainda mais Di Francesco.

TURN-OVER PRECIOSO - A rotação funciona também no Vigorito: 5 mudanças também contra o Benevento, assim como sábado diante do Verona. Desta vez, com o debutante Gonalons, entrando Peres, Jesus, Strootman e Perotti. E vai adiante também em velocidade, formula imposta pela compromissos que se aproximam: em campo El Shaarawy, Gerson e Florenzi. Di Francesco pesa os intérpretes, avaliando partida pós partida. Under dá um passo pra trás, Peres adiante. Kolarov é mais uma vez decisivo, Dzeko além dos dois gols, acerta uma trave e um travessão, Perotti se move de uma faixa para a outra e enfim não cai de rendimento. Gonalons entra com o pé justo, aquele da verticalização, e com as costas largas, para cobrir os centrais Fazio e Jesus. Sabem eles também, porque existe organização. Pellegrini tem o pressing no dna. mas Di Francesco o quer menos decorativo. Conhecendo-o melhor que outros titulares, dele pretende mais.

BENEVENTO(442): Belec, Letizia, Lucioni, Venuti, Di Chiara, Memushaj, Chibsah, Cataldi, Lazaar (18′ st Parigini), Coda (29′ st Armenteros), Puscas (22 Brignoli, 4 Del Pinto, 14 Viola, 18 Gyamfi, 24 Kanoute, 87 Lombardi, 95 Gravillon). Téc.: Baroni.

ROMA (433):Alisson, Bruno Peres, Fazio, Juan Jesus, Kolarov, Pellegrini, Gonalons, Strootman, Under(El Shaarawy 46'), Dzeko, Perotti(Florenzi 75')

Cartões: Di Chiara e Parigini

F I C H A
  • BENEVENTO 0-4 ROMA


    Árbitro: Michael Fabbri (Ravena)
    Acréscimos: 0'pt e 2'st
    Escanteios: 9 a 2 para a Roma
    Público: 14.839


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